Mulheres.
junho 22, 2011
Ao ver um “post” de uma amiga no blog dela, tive que dar minha opinião sobre meninas que se disfarçam com apetrechos que enganam os homens fazendo com que seus hormônios vão às alturas, e na hora do “vamos ver” vão diretamente ao solo!
Essa coisa de bojo! Quem foi a criatura enganosa que inventou o bojo?
Mulheres que usam bojo deveriam ser processadas por propaganda enganosa! É essa a verdade.
Imagina só! Você conhece aquela ruiva fantástica, corpo perfeito, seios fartos. E ela resolve te dar bola! Então vocês vão para um lugar mais intimo e zaz, ela tira a roupa!
- Nossa, de onde saíram essas mangueiras?
- Não São mangueiras, são meus seios!
- Puxa. Desculpa!
Que horrível!
A menina enganou com o tal do bojo, pois tem seios que parece mais dois pudins que ficaram fora da geladeira por três dias e você é quem ainda tem que pedir desculpas!
“Nossa, Charro, que grosseria!”
Não, meninas! Já fiquei com garotas assim, e no fim das contas eu quem levou a bota… fiquei até triste. Isso é o de menos, porém eu acho que a verdade deve ser mostrada.
A vaidade chegou em um estado em que a Filomena pode se transformar na Lindsay Lohan com algumas horas frente ao espelho com suas maquiagens.
É legal você ter vaidade, mas quando chega ao ponto de a menina mergulhar na Hidromassagem, a água ficar turva e outra pessoa sair de baixo da água, é que existe algo errado aí!
Meninas, não usem bojo, não exagerem na maquiagem. Se querem mudar, façam uma plástica que não vai fazer surpresa na hora em que se despirem ou tomarem banho! De certo que plástica é aquela coisa, vai deixar o pescoço com tantas pregas que vai fazer uma saia de colegial ser fichinha… Mas aí é só dizer que tem problema de pele, sei lá!
Mais cuidado meninas!
O conteúdo de um bom produto reside justamente no interior da embalagem, e não no pacote. A melhor cachaça que já tomei nem rótulo tinha.
Reflitam sobre isso!
Obrigado pela atenção,
- Sérgio Charro.
Espero a dor passar.
junho 15, 2011
Espero a dor passar… Espero.
Meu peito arde… Espero.
Tomando chá sentada. A dor persiste. Meu peito sobe e desce, não quero sentir as lágrimas úmidas molharem meu rosto vermelho.
Respiro e penso. Mentira. Não penso. Não tem o que se pensar. Não tem o que se sentir, a não ser a voz doce de Bowie vibrando o ar, o chão, o teto e minha cama. Eu sentada e olhando para ela vazia, fria. Arrumada e feita. Devidamente aconchegante. Não para mim. Eu só quero ficar aqui nessa cadeira dura e firme. Firme. Estável. Que ela me estabilize. Que ela segure meu pranto. Eu não posso cair. Não posso abrir feridas.
Meus olhos pesam toneladas, eles querem se fechar para as lágrimas tomarem seu curso. Eu resisto. Procuro outros sentimentos. Amor? Não, ele não serve. É doce de mais; sensível de mais; volúvel de mais. Deveria de se vender amor igual café. Só precisa diluir em lágrimas. “Tome aqui o seu amor, pode prepará-lo pela manhã, tarde e noite. Tenho certeza de que você vai gostar e querer mais”.
Então vamos a outro. Ódio? Não, também não serve. Duro de mais, resistente de mais, insolúvel de mais. Deveriam vender ódio para construir imóveis. Eles durariam para toda eternidade. “Entre aqui nessa casa feita de ódio e sinta-se a pessoa mais segura do mundo. Vai ter para sempre os momentos vividos sob ele”.
Penso em desistir. Não existe um sentimento para descrever a porta que não se fecha e nem se abre, a lâmpada que não se apaga e nem acende. Tudo parado. Morto. Vivo. Como se a carne estivesse viva e pulsante em um corpo morto e gelado. Duas coisas que não são iguais. Duas coisas que não se encaixam. Não mais. Mas continua ali. E de repente uma lágrima se torna fugitiva e me traz de volta a sentir. Eu sinto. SENTIMENTO. Esse ou aquele, não sei… Não sei o nome. Não tem nome. Misturou-se. Deixou de ter sentido. Deixou um vão. Um buraco vazio e frio.
Desisto.
O medo me leva pro meu ponto de fuga. Eu fujo. Fujo. Corro de medo. Corro do frio. Arremesso me a cama e lá, como se tudo não fosse de verdade, eu choro baixinho. Escondido. Sombrio. Eu choro. Procuro achar um pouco de mim entre lençóis, travesseiros e dores. Levou embora. Perdi o tempo. Perdi o espaço. Perdi a relevância. Só sou lágrimas que vão molhar minha face, meus lençóis e sumirão no colchão. Esvaio-me… Já fui!
Postado por: Camila Leitte
Sejam bem vindos!
junho 15, 2011
Oi,
Este não é apenas mais um blog… Tá bom, vai, é sim.
Não adianta falar assim porque vocês sabem que é mais um em tantos outros, mas na verdade pouco importa pra gente.
Sejam bem vindos. Peguem seus respectivos copos de leite, acendam seus cigarros que a gente aqui vai começar a falar… “MERDA”, claro… Algumas vezes nem tanta “merda”. Viemos aqui pra falar do cotidiano e postar alguns textos nossos, porque é isso o que queremos fazer… Comentar sobre a vida. Não necessariamente sobre a nossa vida, pode ser sobre a de vocês também… Então não nos dêem motivo.
Este blog será por vezes alegre e sadicamente bem humorado, em outras horas, triste como o fundo do poço. O fundo do poço é um lugar triste, não é? Quem aqui já assistiu “O Chamado”? Então…
Espero que dêem risada, que chorem e que comentem… Mas se nada disso acontecer, nada vai mudar, pois nem saberemos que passaram por aqui!
Para saber mais sobre cada um de nós, clica ali em cima no link “Sobre Camila Leitte e Sérgio Charro”.
Reservem suas caixas de leite. Comprem pacotes de cigarro! Pois depois do surgimento desse blog, tudo será como era antes e nada vai mudar.
Sejam bem vindos.
Camila Leitte e Sérgio Charro.